A AMRT – Associação para a Mudança e Representação Transcultural (anteriormente designada por AMRT – Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude), foi fundada a 26 de Agosto de 1993, com sede no Bairro do Talude, Catujal, concelho de Loures. A sua primeira tarefa foi a gestão e resolução das necessidades básicas do bairro.

Em 1999, a AMRT inscreveu-se no RNAJ – Registo Nacional de Associações Juvenis. Em 2001 as atividades e serviços começaram a ser realizadas no bairro de forma permanente.

A AMRT, em 2003 foi-lhe reconhecida a sua representatividade pelo ACM– Alto Comissariado para as Migrações e, também, deu início a uma parceria na formação e funcionamento de mediadores/as no CNAI – Centro Nacional de Apoio ao Imigrante.

No ano seguinte, a associação tornou-se numa IPSS reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública.

Em 2009, tornou-se uma entidade formadora acreditada e em 2016 certificada.

Informação geral

25 Anos a Trabalhar para a Integração

Data de fundação

26 de Agosto de 1993

Prémios

PRÉMIO JOVEM AMRT

A AMRT – Associação para a Mudança e Representação Transcultural (anteriormente designada por AMRT – Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude) foi fundada em 26 de Agosto de 1993, com Sede no Bairro do Talude, Catujal – Unhos, concelho de Loures. A sua primeira tarefa foi a gestão e resolução das necessidades básicas do bairro, nomeadamente o alcatroamento da estrada, colocação de eletricidade e água. A AMRT foi fundada em 1993, tem a sua sede no Bairro do Talude na localidade do Catujal, Freguesia de Unhos, Concelho de Loures.
Entre 1997-98 foi realizado um inquérito aos moradores/as do Talude para identificar as suas principais necessidades, contemplando dessa forma, as ações da AMRT em prol das mesmas. No ano seguinte, a Associação inscreveu-se no RNAJ – Registo Nacional de Associações Juvenis. Em 2001 as atividades e serviços começaram a ser realizadas numa casa do bairro de forma permanente.
O grande propósito da AMRT é Servir, Apoiar e Integrar. Para prosseguir este propósito a associação procurou e procura prestar diversos serviços e tem desenvolvido diversos projetos em resposta às necessidades dos seus utentes.
Em 2002 a AMRT foi inscrita como uma IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social e face à realidade do Bairro do Talude, em que a maioria da população residente é imigrante e seus descendentes, tornou-se um desafio promover a integração dos imigrantes na sociedade portuguesa, assegurar a participação e colaboração das comunidades imigrantes e participar na definição das políticas de integração social e de combate à exclusão enquanto instituição representativa. Neste quadro, em 2003 foi-lhe reconhecida a sua representatividade de Cabo Verde pelo Alto Comissariado para as Migrações (ACM), (anteriormente designado por Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI)).
Também, deu início a uma parceria na formação e funcionamento de mediadores no CNAI – Centro Nacional de Apoio ao Imigrante. O CNAI integrava os serviços de vários departamentos públicos e contou com mais de oito mediadores/as da AMRT a trabalhar no CNAI. Para além da resposta integrada aos problemas das/os cidadã/os imigrantes, uma das especificidades dos cidadã/os imigrantes é o conhecimento por vezes deficiente da nossa língua. Os/as mediadores/as socioculturais oriundos de comunidades imigrantes, falavam a mesma língua e conheciam os códigos culturais e facilitavam a proximidade do/a utente à resolução dos problemas.
Em 2004 deu-se início ao apoio documental através do Centro de Informação, Mediação e Apoio ao Imigrante (CIMAI) e outros serviços na freguesia. Nesse ano foi criado os SAI – Serviços de Apoio à Infância dando resposta a uma necessidade existente na freguesia. Estes serviços tinham cerca de 40 crianças, a maioria do bairro do Talude, e contava com uma equipa técnica de 5 colaboradoras permanentes e 4 colaboradoras no âmbito dos programas de estágios profissionais e Contrato Emprego Inserção+. O serviço garantia o acolhimento, atividades diversas, almoço e lanche, acompanhamento pedagógico e transporte para Escola. Este serviço prestava apoio a crianças dos 4 meses aos 14 anos e esteve em funcionamento até Janeiro de 2011.
Em 2005 foi atribuído à AMRT um louvor Público do Secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto do Primeiro-Ministro Dr. Feliciano Barreiras Duarte, como reconhecimento do governo Português pelos serviços relevantes prestados à causa da Imigração em prol dos Imigrantes e do País.
Foi atribuída, também a 1ª Classe da Medalha do Vulcão pelo Presidente da República de Cabo Verde, Comandante Pedro Pires, em reconhecimento pelo importante papel aglutinador e de promoção sociocultural, que vinha desempenhando no seio da comunidade Caboverdiana.
Ainda em 2005 surgiu o projeto Vamos Utopiar coordenado pelo GRAAL, com a nossa participação na atividade SAI do Bairro. Esta atividade consistia em valorizar positivamente os ambientes de vida, onde as crianças desenvolvem as suas sociabilidades na família, no bairro, na associação e na escola. Tratou-se de um projeto local e nacional que envolveu diferentes entidades, o ACM, a Associação Guias de Portugal (AGP), a Lusotemp (Empresa de Trabalho Temporário) e o Graal. Estas entidades com o apoio da Iniciativa Comunitária Equal procuraram promover a participação igualitária de imigrantes, minorias étnicas na sociedade portuguesa. Foram realizadas diversas atividades, destacando-se encontros e as ações de consciencialização para jovens e adultos para debater perspetivas relacionadas com a imigração e identificar as medidas capazes de contribuir para a resolução dos problemas partilhados. A AMRT, Graal e ACM promoveram o desenvolvimento da atividade “Sai do Bairro – no sentido da inclusão” cujo principal objetivo era a capacitação das crianças, dando lhes o papel de protagonistas do seu processo de aprendizagem e desenvolvimento pessoal e social sempre na interação com o outro.
Numa fase inicial foram promovidas interações entre crianças e jovens do Bairro do Talude com crianças e jovens da AGP através de encontros onde se realizam diversas dinâmicas. Numa fase posterior introduziu-se a metodologia do SAI do Bairro nos Bairros da Quinta da Serra (Prior Velho) e do Pombal XXI (Oeiras), promovendo a interação das crianças dos diferentes bairros. Foi produzido um manual com a metodologia do diapositivo pedagógico elaborado a partir do processo de intervenção junto de um grupo de crianças. O projeto foi desenvolvido durante 3 anos e meio tendo terminado em Junho 2009.
Em dezembro de 2006 nasce o projeto SAI do Bairro Cá Dentro, 3ª Geração do Programa Escolhas. Tratou-se de um projeto de cariz social tutelado pela Presidência de Conselho de Ministros. O projeto Sai do Bairro Cá Dentro foi coordenado pela AMRT e envolveu diferentes parceiros, a Câmara Municipal de Loures, a Junta de Freguesia de Unhos (atualmente união de freguesias de Camarate, Unhos e Apelação) e o Agrupamento de Escolas Catujal/Unhos. Este projeto foi a dirigido aos jovens entre os 6 anos e 24 anos e seus familiares. Ele visava fomentar o envolvimento regular de jovens descendentes de imigrantes, a ocupação de tempos livres, promoção de igualdade de informação e direitos/deveres individuais e comunitários, garantir melhor desempenho escolar, combater o absentismo escolar, capacitá-los com novas competências pessoais e sociais e ajudar no reconhecimento de que cada vez mais se quer um mundo intercultural e que isso torna-nos cada vez mais ricos. Diversas atividades são realizadas como o desporto, workshops, ações de consciencialização, centro de explicações. Destacou-se ainda o espaço CID@NET (Centro de Inclusão Digital) onde se promoveu junto dos jovens a inclusão digital através de ações lúdico pedagógicas específicas de âmbito formativo em tecnologias de informação e comunicação.
Este projeto manteve-se em vigor até à 4ª Geração do Projeto Escolhas, totalizando 6 anos e contou com a participação de cerca de 402 jovens da freguesia. Foi entretanto criada a equipa de basquetebol com jovens dos 16 aos 24 anos. Em 2013, realizou-se a filiação do clube AMRT Ubuntu Basket junto da ABL – Associação de Basquetebol de Lisboa e a inscrição dos escalões sub-10 e sub-12 tornando possível a participação no campeonato federado.
Ainda em 2006 começamos a receber apoio do Banco Alimentar a nível interno para os SAI. Em 2008, criámos o BAAV – Banco de Apoio Alimentar e Vestuário e passámos a fornecer apoio alimentar e vestuário na freguesia de Unhos.
Para proporcionar uma maior conscientização acerca da cidadania e para a necessidade de uma participação mais ativa e efetiva na sociedade portuguesa por parte dos descendentes de imigrantes e imigrantes, em 2007 nasceu o Despertar Consciências. Com esta atividade envolvemos vários jovens de diversos locais e diversas associações.
Também da necessidade de criar um espaço de formação, reflexão e partilha criou-se em 2008 o grupo Jovens Mulheres, para fazer face aos desafios que as jovens enfrentavam a nível da escola, da educação de género, entre outros.
No mesmo ano, realizámos um Intercâmbio entre a Polónia e Portugal, The Life of One Street no âmbito do Programa Juventude em Ação. Este intercâmbio contou com 28 participantes da Polónia e Portugal. As atividades realizadas decorreram nos concelhos de Oeiras, Lisboa e Loures. Nesta atividade tivemos a colaboração de moradores/as do concelho de Loures e Amadora enquanto família de acolhimento dos/as jovens participantes.
Realizámos um projeto financiado pelo POPH – Programa Operacional Potencial Humano, em 2008 e 2009, que tratou-se de um projeto local e nacional no âmbito do QREN-POPH, Eixo 9.6.1 – Formação para a Inclusão. O projeto foi desenvolvido em parceria com a entidade formadora Competir. O público-alvo das ações de formação foi constituído por homens e mulheres em risco de exclusão social (desempregados/as em idade ativa e inativos, maioria com história de imigração). Os cursos ministrados foram dois – Auxiliar de Ação Educativa (798h) e Oficinas de Leitura e Escrita da Língua Portuguesa (100h). A taxa de execução do volume de formação no primeiro curso foi de 90,28% e no segundo foi 90,85%. Cerca de 90% dos/as formando/as obtiveram aproveitamento nos cursos. Houve duas desistências por terem encontrado um trabalho. A parceria desenvolvida entre a Competir e AMRT foi uma fonte de aprendizagem no âmbito da atividade de uma entidade formadora. Os/as formadores/as certificados das duas ações eram colaboradores/as diretos e indiretos da AMRT, conhecedores das especificidades do meio em que estamos inseridos. O projeto teve a duração de 9 meses e terminou em Junho 2009. No âmbito do POPH também demos formação no Eixo 9.2.3 – Formações Modulares Certificadas.
No mesmo ano foi criada a UNIVA – Unidade de Inserção na Vida Ativa que tinha como objetivo geral, apoiar os/as jovens na resolução dos seus problemas de inserção ou reinserção profissional, em articulação com o Centro de Emprego.
Em 2011, realizámos um intercâmbio entre Itália e Portugal projeto Action for Equality que teve como objetivo: criar momentos de debate, partilha e descoberta com jovens no sentido de consciencializar para os desafios que enfrentam hoje as sociedades multiculturais, aprender e contribuir para uma sociedade mais coesa.
No que toca a formações, foi realizado ainda em 2011, um projeto de formação em parceria com o ACM, que pretendia promover junto das comunidades imigrantes uma atitude empreendedora e a criação de negócios/auto-emprego – Promoção do Empreendedorismo Imigrante (PEI).
Identicamente, em 2011, foi realizado o projeto Territórios Invisíveis em parceria com a Câmara Municipal de Loures (CML) – entidade promotora e AMRT – entidade formadora em que consistiu em ministrar o curso “Vê, Ouve e Cria – Técnico/a de Multimédia”, na área de Áudio-visuais e produção de medias. Este curso foi elaborado para jovens adultos em situação de abandono escolar, para adquirir novas competências e facilitar e a entrada no mercado de trabalho. O nosso papel passou por realizar todo o acompanhamento da parte pedagógica do curso e acompanhamento dos/as formadores/as.
O Gabinete de Inserção Profissional (GIP), vem no seguimento da UNIVA tendo sido aprovado pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) em 2011 e, teve como objetivo dar ações de informação sobre medidas ativas de apoio ao emprego e formação, programas comunitários de apoio à mobilidade no emprego e formação, fazer ações de apoio à procura de emprego e desenvolvimento de uma atitude empreendedora, encaminhamento para ações de formação ou medidas de emprego, apresentação e colocação de desempregados a ofertas de emprego. Se formos a ter em conta os dados do último trimestre de 2018, estiveram presentes cerca de 513 utentes em ações de informação convocados pelo Centro de Emprego, atendimentos individuais realizadas pelo GIP, sessões de sensibilização e o Fórum Emprego e Formação dinamizadas pelo Grupo de Trabalho de Empregabilidade. No que respeita a ações de apoio à procura de emprego, nesse mesmo período foram acompanhados 292 utentes, em sessões de acompanhamento na procura de emprego e técnicas de procura de emprego, convocadas pelo Centro de Emprego, bem como atendimentos individuais no GIP, sessões de sensibilização e o Fórum Emprego e Formação dinamizadas pelo grupo de trabalho de Empregabilidade. Relativamente ao encaminhamento de utentes para ações de formação ou medidas de emprego, foram efetuados encaminhamentos de utentes para formações do IEFP e medidas Contrato de Emprego Inserção (CEI) e CEI+. No que respeita à apresentação de desempregados a ofertas de emprego foram encaminhados 89 utentes, através dos atendimentos, resultando em integrações no mercado de trabalho, comunicadas ao gabinete. Em 2019, a AMRT manteve o GIP em funcionamento na união de freguesias de Camarate, Unhos e Apelação e entrou em funcionamento um novo GIP na união de freguesias de Sacavém e Prior Velho.
Em 2013, no âmbito do Programa de Apoio ao Associativismo Imigrante (PAAI), demos a formação Português para Todos (PPT). Teve ainda como atividades o Centro de Informação, Mediação e Apoio ao Imigrante (CIMAI) e o Gabinete de Serviço Social. Estes gabinetes permitiram apoiar, intervir e aconselhar nas áreas da imigração, bem como efetuar encaminhamentos para outros serviços e/ou instituições. Este projeto continua em execução.
Ainda em 2013, a Associação foi reconhecida pela Direção Geral do Consumidor (DGC) como entidade que passou a integrar a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado (RACE). Questões sobre crédito habitação e incumprimento do mesmo, a AMRT manteve todos os serviços, realizando vários atendimentos, onde foram prestados esclarecimentos relativos a um leque alargado de assuntos, tais como: informações gerais sobre regime extraordinário; incumprimento no crédito pessoal; questões sobre penhoras patrimoniais; questões sobre processos de insolvência e atribuição de patrono pela segurança social; abertura de conta bancária ao abrigo dos serviços mínimos bancários; normas de cancelamento de conta bancária; início/cessão de atividade e emissão de recibos verdes; questões sobre validação de faturas no portal das finanças; procedimento para submissão de IRS; questões várias sobre IRS (ex. pedidos de dispensa de apresentação); questões sobre emissão de recibos de renda; informações gerais sobre requisitos e procedimentos para solicitarem o subsídio de desemprego; procedimento para pedido de isenção de taxas moderadoras – Sistema Nacional de Saúde, pedidos de nacionalidade e outros serviços públicos; apoio na abertura de conta, ao abrigo dos serviços mínimos bancários; pedido e recuperação de senha de acesso às finanças e segurança social; apoio na validação de faturas no portal da AT; submissão de IRS; apoio na emissão de recibos verdes; apoio na utilização do portal das finanças no sentido de obter documento; apoio na regularização de dívidas à Autoridade Tributária e Segurança Social; apoio na resolução de dívidas referentes a custas de tribunal; apoio na resolução de dívidas aos hospitais por serviços prestados não pagos; apoio em questões de dívidas a empresas de prestação de serviços (telecomunicações, água e luz); apoio na regularização dos incumprimentos de contratos de arrendamento (rendas em atraso); apoio na interpretação das notificações da AT, segurança social, tribunais e outras entidades públicas; apoio no pedido de apoio judiciário por insuficiência económica; apoio na obtenção de atestado de insuficiência económica; apoio na regularização de situações de corte no subsídio de desemprego, abono de família e outros rendimentos sociais; apoio no pedido de isenção de taxas moderadoras – sistema nacional de saúde, registos centrais e outros serviços públicos; apoio no pedido, ao tribunal, de suspensão da obrigação de pagamento de pensão de alimentos por incapacidade financeira (desemprego) e formalização de reclamações junto das empresas de prestação de serviços.
Este ano, realizámos igualmente, no âmbito do Projeto EIXO C, financiado pelo Fundo para a Promoção dos Direitos dos Consumidores, 3 workshops para crianças e jovens, onde abordamos conceitos básicos financeiros, com o objetivo de promover a compreensão da relação consumo-poupança, visando estimular atitudes, que futuramente levem a tomadas de decisão esclarecidas e responsáveis.
Em março de 2015 a AMRT altera a sua designação para AMRT – Associação para a Mudança e Representação Transcultural. Tendo em conta a realização de diversos projetos e o campo de atuação da AMRT ter alargado as suas áreas de intervenção, considerou-se de extrema importância o nome passar a refletir o trabalho desenvolvido pela mesma.
Em maio de 2016 a AMRT passa de entidade formadora acreditada para entidade formadora certificada nas seguintes áreas: Desenvolvimento pessoal, Audiovisuais e produção dos media, Línguas e literaturas estrangeiras, Língua e literatura materna, Marketing e publicidade, Informática na ótica do utilizador, Serviços de apoio a crianças e jovens e Trabalho social e orientação.
Após a negociação desde de 2011 foi cedido, em janeiro deste ano, pela CML o imóvel municipal à AMRT, na Urbanização Quinta da Fonte, na Apelação. Este imóvel está sujeito ainda a obras antes de se poder concretizar o projeto da futura Creche “Cresce, Aparece e faz a Diferença”. Este projeto tem como objetivo colmatar a falta de respostas sociais para a valência de creche na freguesia.
Por sua vez, com este projeto, pretendemos promover o desenvolvimento integral da criança desde a mais tenra idade até aos 3 anos, através da realização de atividades lúdico-pedagógicas. Deste modo, serão realizadas atividades que visem o desenvolvimento de capacidades cognitivas, sócio-afetivas e psicomotoras, procurando utilizar um leque diversificado de materiais, técnicas e metodologias pedagógica, de modo a proporcionar às crianças experiências novas e diversificadas. Para tal pretende-se estabelecer parcerias com entidades locais.
Deste modo, vimos por este meio declarar que há 26 anos que a AMRT tem desenvolvido projetos com vista a integração e inclusão social de grupos populacionais com fragilidade social no território.